
Acrescentadas em uma reforma no século XIX, as gárgulas (ou quimeras) posam como guardiãs informais da Catedral
Com ar diabólico, essa quimera me faz lembrar um dragão
Demônio alado? Quem saberá a inspiração do escultor?
Do alto da torre do sino, esta gárgula expressa seu escárnio pelos passantes
Uma freira enviada ao inferno? É a única explicação que encontrei para o véu nesta gárgula
Júlio César, julho de 1998


2 comentários:
Parabéns pela postagem, muito interessante.
Obrigado pela visita e comentários. Boa viagem.
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