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Machu Picchu

Peru, Agosto e setembro de 2005
Machu Picchu aos nossos pés!
O melhor horário para visitar as ruínas é no começo da manhã, pois o cenário está deserto, sem as multidões de visitantes e de estudantes, que chegam no começo da tarde, de trem. Por isso, chegamos de trem no dia anterior e passamos a noite na cidade de Aguas Calientes, que fica exatatmente no pé da montanha. Dessa forma, pudemos tomar o primeiro ônibus que zigue-zagueia montanha acima.

As lhamas personificam os Andes.

          As lhamas são camelídeos, parentes dos grandes camelos e dromedários. Na América do Sul, existem 4 espécies de camelídeos: lhamas, vicunhas, guanacos e alpacas.
          Muito fotogênicas, as lhamas estão presentes em bom número, soltas nas ruínas, livres e pacíficas. No sítio arqueológico, diversas escavações ainda são feitas. No mês em que chegamos lá, ouvimos a notícia de que uma ala nova foi descoberta, com algumas múmias enterradas.



Essa plataforma é o melhor ponto para fotografar a cidade inca, lá embaixo.
Atrás, a montanha maior é o Huayna Picchu (montanha jovem, em língua quéchua), que dá o ar grandioso às ruínas. Na realidade, Machu Picchu não seria tão bela sem o Huayna Picchu.

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