Com toda razão, as placas dos carros trazem a frase Beautiful British Columbia, como a do carro que alugamos
Vancouver, setembro de 2009
Impossível sintetizar todas as atrações e a beleza de Vancouver com menos de uma centena de fotos.

Canada Place à noite, em uma sofrida foto sem tripé
Os totens da Capilano Bridge imortalizam os primeiros habitantes da Columbia Britânica
No Vancouver Aquarium, as belugas são estrelas de primeira grandeza
Os hidroaviões decolam incessantemente próximos ao Canada Place
Do alto da Grouse Mountain, Vancouver tem sua beleza compactada em um pequeno trecho do olhar
Ursos e humanos, combinação que ainda não assimilei.
Estrelas de Grouse Mountain, esses ursos cinzentos pesam 600 kg de pura força
Capilano Bridge: o balanço não assusta quem já navegou sobre os naufrágios de Recife
Não conheço arte moderna que supere a beleza dos totens tradicionais do povo Haida, primeiros habitantes da British Columbia
Gansos canadenses, livres, param para alimentar-se no Stanley Park, cercados de civilização
Totens fabulosos no Museu de Antropologia, da UBC - University of British Columbia
O pássaro (Raven), da mitologia Haida é mensageiro da vida e da morte e pousa sobre humanos que se contorcem, em uma dúbia cena de nascimento-morte. Museu de Antropologia da UBC.
Júlio César e Izaura, 16 de setembro de 2009
5 comentários:
Esse urso, vcs nao deram comida pra ele, deram?
Grande Gérson,
Não demos comida para esse ursinho de 600 quilos, pois o felizardo ganhou uma carcaça de alce (doação) e ia comê-la no dia seguinte!
Tomara que não encontremos os primos famintos dele livres na natureza, em Banff, Jasper e Yoho, para onde vamos de carro amanhã.
Um grande abraço.
Gostei dessa beluga. É albina? Vcs ainda nao contaram nada sobre a culinária. Exigimos saber sobre a culinária, gente!
Acho que era albina, ou levou um susto de ver brasileiros no vidro!
Quanto à comida canadense, nada digno de elogios. Em Vancouver, cidade litorânea banhada pelo rico pacífico norte, pedi entusiasmado um prato de lagostins ao alho (certo de que desbancariam aqueles que comi por um dólar em Chiang Mai) e um Salmão ao forno. O restaurante parecia ótimo e eu esperava ansioso enquanto tomava o merlot argentino.
Resultado: Os lagostins vieram crus (ou ao bafo, mas sem tempero nenhum) cercados de gelo, como se fossem ostras cruas, e nada era capaz de dar-lhes gosto, nem seuer o molho de alho, servido numa cumbuquinha à parte.
O salmão veio sem graça, mal passado, mal assado, mal temperado e com gosto pasteurizado. Qualquer salmão feito no Brasil ganha longe.
Isso me lembrou o churrasco que pedimos em Toronto, e que veio à moda canadense, lembra-se: Carvão por fora e completamente cru por dentro.
Não há espaço para gastronomia por aqui. Todo peixe que se pede, vem imerso em óleo e todo (TODO) tempero tem pimenta de monte.
Gastronomia não é o forte do Canadá, pelo menos assim eu sou forçado a concluir em minha segunda visita. Inacreditável.
Julio, vc prometeu que nunca mais tocaria no assunto do fiasco [churrasco] em Toronto, esqueceu?
Pois saiba que, comparado com um frango na Nova Zelandia, estava uma delícia: eles adoçaram impiedosamente a pobre ave, e a serviram geladinha.
Única refeição do dia, recusei...
Aproveite a California...
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