Subindo o Glaciar Athabasca
PARTE II (a parte difícil)
No dia 22 de setembro, fizemos a subida do glaciar Athabasca a pé, vencendo as pedras do que se acumulam no lago de degelo e caminhamos, em seguida, cerca de 3,5 horas sobre o gelo espesso em uma altitude de cerca de 2.100 metros, até o ponto em que ele atinge a espessura de 300 metros.
Os colegas da subida tinham pressa de chegar e acompanhavam de perto o guia neozelandês
Uma parada estratégica, ainda nas rochas, para fixar os gampões de ferro nas botas
Perto da base, a geleira tem uma fina camada de pedras e poeira carregadas pelo forte vento, dando-lhe um tom escuro. Mas as fendas que se abrem revelam o gelo azul por baixo dos detritos
Na mochila, calças extras, mais casacos, etc. etc. etc.
Do fundo desta fenda, fotografei outro grupo que olhava na borda. O gelo profundo é muito denso, e mesmo com grampos nas botas, a caminhada é muito escorregadia




4 comentários:
Tempo perfeito, fotos tb. Qual a temperatura? Nao parece tao frio...
Obrigado, Gérson,
Lá em cima, ventava a cerca de 5ºC, razão do derretimento do glaciar, que abaixa 4 metros de altura durante o verão, e cresce novamente no inverno.
Lembrando sua pergunta gastronômica do Canadá, acrescento que come-se muito bem em San Francisco!!!!
Um abrço.
Vcs vão ter caminhadas parecidas em Perito Moreno. Adicionalmente, tem um lugar para ver torres de gelo azul despencar no laguinho. Pode-se ainda, como aí, suponho, tomar uisque com gelo de 700 anos...
São pequenas gratificações que o mundo oferece a quem tem coragem...
Perito Moreno está sendo aguardado com ansiedade. O pessoal daqui não inventou ainda esse lance do uísque. Acho que eles temem ser responsabilizados por um escorregão na volta, pelo turista aventureiro bêbado com Scotch 800 anos!
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